“For humanity, life is change. For Elvenkind, life is and ever shall be. That basic philosophical difference shall stand between elves and humans as a near-unconquerable breach between the races’ understanding of each other.“
-Haalaari Nhachashaal, Moon Elven Historian of Candlekeep circa the year of the Gauntled (1369)
A história de humanos e elfos sempre caminharam juntas em Faerun, mesmo com adjetivos opostos, o relacionamento entre ambas as raças já causaram as mais distintas conseqüências desde o marco do computo atual (Computo dos Vales, que celebra a entrada dos humanos nas florestas de Cormanthor) ao exílio dos Elfos do principal continente de Toril.
Entretanto, as mazelas desse relacionamento agnóstico se refletem na mistura de ambas as raças, num “mix” de interações sociais por ambas as parte. Os “meio-elfos”, são geralmente criaturas bastante sociáveis, bastante mais razoáveis que os elfos e menos afoitos que os humanos. Hoje eles tendem mais para o lado humano, pois o ostracismo de seus radicais meio irmãos, os mantém longe de uma parte de sua cultura matre.
Garick Oakenheel é uma exceção a sua raça. De personalidade forte, ele estuda suas raízes elficas e procura transformar a frustração do ostracismo em determinação para uma mudança de paradigma, e sonha, como na velha Myth Drannor, que elfos e humanos possam coexistir juntos, pacificamente.
“Gary”, como foi carinhosamente apelidado por seu amigo de infância Lirilupis Popopslepics dos Popopslepics de Beregost, Nasceu na anciã floresta de Cormanthor, na comunidade das Tangled Trees no dia 1 de Nightal de 1342 (O ano do Behir). Na verdade Garick pouco fala sobre seu passado distante, e de suas raízes elficas, não que ele as tenha deixado pra trás. Até um hafling cego percebe que ele segue muitas tradições de seus meio irmãos. Porém, talvez em respeito ao ostracismo desta mesma cultura ele a mantenha em segredo, junto com suas raízes. A única coisa que expõem de seu passado é o brilhante colar azul em formato de falcão que carrega em seu peito.
De sua Família, seu assunto preferido, é seu pai de criação, o velho arcano Aglamir o Barba. Muito amado por Gary, Aglamir, que era amigo de seu verdadeiro pai, hoje vive sua velhice em uma modesta casa na cidade livre de Beregost, onde criou seu “filho” com muita determinação e respeito. Aglamir passou os ensinamentos de Oghma ao pequeno Oakenheel, que rapidamente já era letrado em Chondathan, logo sua primeira profissão foi ser o mais jovem escriba da cidade. O Barba também ensinou todo o verdadeiro conhecimento da senhora da Arte, e fez o possível para que Gary o usasse sem a necessidade do presente da senhora, esforce
Com o passar do tempo e de sua adolescência, Gary, agora também um grande estudioso de lendas aventureiras,se tornou cartógrafo e alimentado pelas histórias de taverna ( e pelo seu impulsivo amigo Gnomo Pops) conheceu um caminho que o impulsionara a se tornar um aventureiro, o caminho de Shaundakul. Fundamento por esses 3 deuses, a filosofia naturalista de Aglamir, o virtuosismo de seu amigo gnomo, sua ansiedade humana e sua grande pureza elfica, Gary se tornou um aventureiro respeitado e querido por toda a Costa da Espada. Participou de conquistas nobres, batalhas épicas e acima de tudo, encontrou grandes e verdadeiros amigos, que lhe ensinaram que a diferença entre as pessoas não pode ser uma barreira para que as mesmas se respeitem e se unam. Um de seus maiores momentos foi a união com os Elfos Selvagens da Floresta das Brumas na luta contra hordas de diabos e goblinoides na defesa da Estalagem do Caminho, principalmente ganhando o respeito e a admiração do saudoso Sir. Elorfindar Floshin of the House of the Long Silence e
com isso sua primeira entrada na comunidade élfica.
Hoje Quilerion Amanodel (seu nome elfico) conseguiu varias conquistas pelos reinos, se tornou um agente de uma sociedade semi-secreta que partilha de interesses muito próximos aos que ele almeja; mudou seu sua forma de ver a arte, tornando-se um abjurador; derrotou seu nemesis Farlack Deniv, e conseguiu o respeito de seus antepassados, sendo visto hoje por muitos elfos como um “amigo”. Porem, O senhor Bluefalcon não sacia seus desejos apenas com essas conquistas, ele gostaria de ser lembrado pelos livros nas livrarias do Forte da Vela, como um daqueles que ajudaram os homens e os elfos a se entenderem novamente; por trazer mais paz e compreenção a um mundo coberto pela ganancia e pelo medo; ou talvez por mostrar a verdadeira importância da magia como uma manifestação de conhecimento e não de poder. ou então por ensinar as noções básicas da cultura elfica a seu amigo elfo Laramil.
Gary hoje é o ponto de equilíbrio de um grupo de amigos tão distintos mas que andam juntos por compartilharem da mesma paixão pela vida e consequentemente por seus dias juntos de aventuras.
Quillerion Amanodel of the House of the Everlasting Hope | Garick “Bluefalcon” Oakenheel
Half Ar’Tel’Quessir – Half Chondathan
27 anos - Arcano, Escriba, Cartógrafo, Guia e Harpista.

8 comentários:
pqp,tenho q estragar essa declaração de love affair com o mais puro sentimento porco-espiritual:TUDO ISSO PARA DIZER QUE É INÚTIL(para os caóticos,eu,bolá e piga)mago sem evocation é loooooooooser,imprestável,inútil...
finalizando:
27-desagradável,marpeiro,guia q se perde e inútil(com umas estrelinhas caóticas tmbm...)heheh
po o gary "Marpista" manda bem.
foda o post. Quero ler o back dele.
E foca, me tira dessa sua lista de bizonhices!!1
hahahahahahahahaha
domingo ta chegando!!!!
concordo com o foca, mago sem evocation n�o serve para nada.
ym abra�o para todos
Pqp... Derroutou seu inimigo quem matou aquele mago de merda chamado Farlak foi a Maya... Sinistra!!! hahaha
Lua Rachada? Uhmmmm
É o Pj do Boguete?
O Gary têm vários bônus, é óbvio q é o meu boneco!
Ahmmmm!!! Então é o famoso Mago imprestável do Boguete...
... tá, vá lá. Imprestável não deve ser tanto...
... mas fála com a voz anasalada! uhul!
Porra!!
troca esse post!!!
Voltei, e sem nenhum ferimento!!
Bjos no bola pelo seu aniversário!!!
Jundas a todos
Postar um comentário