terça-feira, 2 de outubro de 2007

A Roda dos Mundos

Todo início de jornada é marcado pela empolgação que está por vir, a estrada vazia que segue até o horizonte sem fim, pronto para ser preenchida por atos e valor grandiosos que logo se tornarão lendas. Os vislumbres de um aventureiro só começam a mudar, quando ele percebe que sua fantasia, seu conto de fadas, na verdade é a vida real, e a estrada pela qual ele percorre está cheia de obstáculos que derrubam vários de seus ideais, marcando-o para todo o sempre, então, só então ele começa a sentir falta de algo que antes, ele desejava tanto deixar........... seu lar.

The secret to surviving the planes is simple – Stay home
Depresar – A Githyanki

Finalmente em Sigil, o grupo se surpreendeu com sua arquitetura incomum, seu cinzento e úmido céu sem sol, e principalmente pela sua variada população. De devoradores de mente a Drows, o grupo andava pelas alas da Jaula como uma criança anda pela primeira vez em uma feira de demonstrações arcanas. Como previamente combinado com Thurmadar, o grupo iria buscar a dama da lua Kyriani enquanto ele iria fechar seu negocio para conseguir chegar a Mechanus, após isso todos iriam se encontrar na estalagem O Sub-Plano. O grupo andou por varias alas da cidade, e passou por diversas situações como um excêntrico gnomo de Faêrun se oferecendo como guia, um seguidor de bane que não escondeu seu conhecimento sobre a cabeça a premio do grupo e até um príncipe élfico de Arbórea sendo observado por alguns Drows enquanto mantinha uma enigmática conversa com o senhor Amanodel e o senhor Laramil. Porém, apesar de todos esse encontros, nenhum sinal da sacerdotisa Kyriani.

Após andar bastante por Sigil, o grupo, vendo que a noite começava a cair, decidiu descansar na tal estalagem, que ficava localizada na ala do mercado. Após observar o diferente local, e seus diversificados clientes (que variavam de Genasis da terra, uma Elfa conversando com um Tiefling, um humano com crianças a até uma Erinyes sentada lendo uns papéis) o grupo fez uma exótica refeição. A singela Baatezu havia oferecido por intermédio da garçonete, uma bebida grátis ao grupo, então Rion de Tyr e Laramil sentaram-se a sua mesa para uma conversa. Após muita conversa atravessada entre os três e posteriormente muita discussão entre o grupo sobre que atitude tomar, foi decidido que o grupo conversaria em um dos quartos da estalagem enquanto o padre Donovan esperaria na salão principal da estalagem. A Erinyes, que respondia pelo nome de Viliana, havia oferecido ao grupo uma troca de favores, eles teriam de invadir uma casa e roubar uns papéis de uma Tanar’ri em troca de um favor infernal, o grupo levantou suposições de venda de almas e coisa do tipo, então bolava um plano para intervir, porém Rion observou a Erinyes negociando com o humano na taverna, e acreditando que o homem estava vendendo a alma das crianças para a diabólica criatura, atacou, começando um combate. Com a morte do homem, das crianças e do tiefiling que conversava com a elfa, o conflito terminou com a nefasta criatura de Baator desaparecendo enquanto voava deixando apenas poeira no ar. O grupo conseguiu pegar seus papeis de negociação, porem ficou o medo de uma retaliação por parte do diabo.

Quando a poeira da confusão começava a baixar, adentra a estalagem, arfando muito o robusto e velho anão Thurmadar. Ele rapidamente diz ao grupo que tem que deixar rapidamente Sigil em direção a Mechanus, pois se meteu em confusão com um grupo de Drows que agora estão a sua procura. O grupo, necessitando de seu conhecimento para achar a sacerdotisa Kyriani, pede que ele fique até a manhã do dia seguinte, e juntos eles o ajudariam a chegar ao portal para Mechanus, prometendo proteção em troca de ajuda para achar Kyriani. Enquanto o grupo conversava sobre a sacerdotisa, indagando até a possibilidade de ela estar morta, o Capitão Colt se vira ao grupo e diz: “Ela não está morta, ela falou comigo, na minha cabeça”. Então Colt diz ao grupo que deve resolver um problema lá fora e que retornaria em breve. O grupo não concorda que ele vá sozinho, que pode ser muito perigoso e após uma longa e calorosa discussão, Colt saiu da estalagem, seguido pelo grupo. Enquanto o grupo discutia calorosamente, nas escuras e úmidas ruas de Sigil, um grupo de drows emboscou os aventureiros. Após um duro combate os drows foram derrubados, porém boa parte do grupo sofreu duros ferimentos e envenenamento. O anão Thurmadar acusou o grupo de traição, disse que o deixaram sozinho e que não morreu por que Tymora o guardou, ele decidiu abandonar o grupo e partir para Mechanus. Os heróis então retornaram a estalagem carregando aqueles que haviam desmaiado com o veneno.


Na manha seguinte o grupo recebeu um bilhete do estalajadeiro, entregue por uma mulher. O bilhete dizia ser de Kyriani, e marcava um encontro em um beco lateral a estalagem. O grupo se dirigiu até lá, cautelosamente temendo ser uma emboscada da Eirnyes. No beco encontraram a sacerdotisa Kyriani, muito tensa e apressada. Kyrie disse ao grupo que eles foram traídos, que um dos sacerdotes de Waukeen que lhes deu assistência nas Goldspires, Ardar, era na verdade um agente da igreja de Cyric. Ele tentou assassinar Kyriani no dia anterior, e agora já deve ter deixado Sigil, rumo ao Abismo. Ele pode destruir todo o plano de entrar no Abismo em segredo, então ele tem que ser encontrado.

Guiados por Kyriani o grupo se dirigiu por Sigil até o portal que levava a Ysgard, no Palácio do Bufão na ala da Senhora, no caminho o grupo cruzou com uma drow e com a Erinyes Viliana da noite passada, porem como a dama não permite confronto em sua ala, o grupo conseguiu sair de Sigil seguro.

Law, Chaos, Good, Evil – can’t trust any of them.
Wilbart Unnay – Planewalker


Banhados pelas puras águas dos Portões da Lua, uma das realidades de Ysgard o grupo entra no plano superior, sendo abençoados pelo privilegio de ver, ainda em uma vida no material, como pode ser uma pós-vida pura e livre. Sentindo a força de Shaundakul presente no plano, Garrick voava, pelas nuvens e chuva, guiado pelo vento, se abençoando em território sagrado, Colt emocionado por estar na casa de sua senhora, ficou feliz que a chuva poderia encobrir uma respectiva lágrima.

Após caminharem por um caminho de pedras em volta de um oceano, os heróis, guiados por Kyriani foram levados até o Palácio de Argentil, o centro da igreja de Selûne. Lá eles conheceram a santíssima Alyia, alta sacerdotisa da igreja, talvez a pessoa mais evoluída que já esteve na presença do grupo. Alyia conversou com o grupo sobre a missão a escadaria infinita, e os presenteou com um frasco com água, que ela chamou de lágrimas de Selune.

Após a memorável reunião, Kyriani levou o grupo por Argentil até a Base da Escadaria Infinita. Agora, tudo que eles têm a frente é um mundo de enganação e trevas, onde a única esperança é a confiança que um guarda pelo outro.

I’m from everywhere and nowhere. It doesn´t metter where I’ve been - only where I am and where I’m going.
Tarsylian Bern – A Berk in the Cage

This may just be a pathway to elsewhere to you, but to us it’s home – and a planewalker takes the concept of home very seriously.
Hav’ run Thain – A Planewalker


Um novo membro se juntou ao grupo, o excêntrico Thomas Ludovicus Leonardus Segundo, então, a continuação dessa história, pelo menos por um breve capitulo será feita pelas palavras de seu diário.



Um Mundo de escolhas

Hoje dia 04 de Ultark de 1370, começo a por em ação os planos de ajuda a Deusa Waukeen refém em uma prisão no Abismo, com a ajuda de Oghma, Mystra e das minhas duas damas temperamentais Icemaiden e Laidvulcan, meu trabalho começou a pedido do grande padre Merethanas e de Aluena Halacanter, os quais a fé e o coração inabalável são méritos que ainda um dia ainda alcançarei e que me servem de inspiração e fonte de coragem em dias tão sombrios como esses.

Tudo que sei e que algo maligno e que merece ser destruído, chamado Graz’zt, se é que algo assim merece nome, aprisionou em algum lugar do Absimo a prosperidade e a riqueza personalizada; deixando todos os reinos e pessoas em Faerûn com pouca esperança de progredirem e enriquecerem tanto materialmente quanto espiritualmente.

Eu começo minha jornada em um lugar conhecido como escadarias infinitas. Muitos dizem que o próprio lugar é uma divindade, mas para mim é só um caminho aos infinitos planos de sabedoria e existência dos quais a grande maioria está fora dos meus limites de compreensão e muitos outros ainda julgo se são necessários como os inferiores. Aqui eu espero um grupo formado por idealistas, mercenários, ambiciosos e corajosos aventureiros. Qual a formação do grupo neste exato momento é imprecisa para mim, mas de acordo com as palavras de Merethanas ele provavelmente ainda conta com os idealistas Gary e Ryon, o mercenário capitão Colt e o ambicioso caçador de tesouros Laramil.

Esse grupo foi traído por um seguidor de Cyric, que se fingiu possuidor da palavra de Waukeen, Ardar. O aprisionamento da deusa ajudou a enfraquecer a prosperidade física e espiritual em Faerun, especialmente em cidades mercantis ricas e prosperas como as de Amn. Esse enfraquecimento tornou possível a tomada e destruição de várias cidades por esse império nefasto, que abençoado por Cyric ou melhor amaldiçoado por Cyric, encontrou pouca resistência nas regiões que não contavam mais com a proteção da Dama Mercantil.

Mas o foco da questão não é esse. Esse maldito pederasta de nome Agar, apesar de ser odiado também no plano de Graz’zt, ele quer que a Dama Mercantil continue presa e sem influência no plano material, facilitando os trabalhos do seu Senhor assassino e se ele chegar nesse inferno primeiro que eu, nossos problemas serão dobrados. Ele irá avisar nossa chegada e teremos que lutar contra um plano inteiro para devolver a riqueza e prosperidade a Faerun.

Nesse exato momento estou em uma escada escrevendo esse diário e a minha volta encontram-se criaturas as quais a maioria eu desconheço e nem quero ser apresentando. Sei que as Lilendis (criatuas metade cobra, metade humanas com grandes asas) nos guiam por esses portais, mas também sei que seu interesse em fazer isso está muito além de muitas ou poucas moedas de ouro. Além delas o que me destaca é a presença de um guia azul Ogro-Mago e pouco confiável de nome Ceylon, um anão que de tão tosco chega a ser tenro, discutindo com uma Lilendi sobre pedaços de obsidian que o próprio arrancou da escada para vender. "nota não toque nas escadas ".

Finalmente encontrei o grupo o qual Merethanas e Aluena me descreveram e que tenho que caminhar até acharmos um portal frio, sombrio e com uma marca de uma pata queimada de seis dedos. O caminho literalmente para o inferno. A primeira vista todas as descrições me dada sobre eles são perfeitamente satisfatórias menos a do capitão Colt o qual me foi dito que ele tinha o aroma da mais pura merda. " nota ainda bem que Colt não é tão fedorento". As outras pessoas presentes eram Ezith, Eldar, Caerlink e Lady Maya( uma das mais belas damas que já conheci ).

O primeiro contado do grupo foi com o Ogre-Mago Ceylon que nos pediu inicialmente 10000 peças de ouro para nos guiarmos e depois após muita negociação fez por 7000. Continuamos sem aceitar. O diálogo se resumiu a frases como: O senhor sabe aonde vai nos levar? Quais os caminhos levam a este ou aquele lugar? Respostas foram do tipo eu consigo chegar lá perto ou conheço mais ou menos esses caminhos. Maldito Ogro apesar de mago ainda é um Ogro e como todo Ogro é um estúpido. Tempo não é algo que eu tenha a perder, muito menos me perder num plano infinito de escadas. Além do mais, minhas damas não gostam de sangue de Ogro.

O segundo encontro foi com o anão que roubou obsidian de uma das escadas. Laramil usou um de seus muitos dons para se comunicar com o anão em qualquer língua. Péssima escolha do grupo, pois Laramil como todo bom e velho elfo é arrogante, e de acordo com o comentário de Ezith mata até o cachorro de seus inimigos. "nota Laramil não toma conta de turno à noite sozinho, temo que sua fé por itens mágicos e ouro seja maior que por seus amigos". Mais voltando, todos sabem que anões e elfos não são bons amigos, e sinceramente a próxima vez pelo menos eu vou compreender as conversas em línguas exóticas feitas pelo elfo.

De acordo com o resumo de Laramil o anão sabia nos levar a três caminhos com uma maior certeza, Limbo, Arborea e Hades. E a outros dois lugares mais dessa vez não foi tão incisivo. Citou um lugar chamado Mechanus, que pra mim é terra de gnomos e de Gond e o último eu nem sei que o Laramil nem lembra. "nota anão idiota sabe ir a esses lugares e não sabe o caminho de volta pra casa". Comentário de Ezith o Anão é charlatão.

O terceiro foi um tiefeling que nos daria a resposta a uma pergunta que nem eu sei direito qual era a um custo de 2000 peças de ouro, mas isso não importa, porque eu não gosto dessa laia ao meu lado e Laramil usando mais de um dos seus poderes fantásticos disse que era mal. "nota Laramil isso não é nenhum poder, qualquer um que tem conhecimento dos planos sabe que Tiefelings não são confiáveis."

O grupo decidiu andar por esse plano até conseguir a ajuda de uma Lilendi com boa vontade, discordei. Aprendi que as Lilendi são nativas do plano de Selune e se são nativas de lá o que fazem aqui? Se nos guiam por esses planos, porque não são nativas daqui? Com certeza vou perguntar essa a Meretenas, porque Oghma com certeza sabe a resposta. Colt e Gary coloquem seus símbolos sagrados de Selune à mostra para ver se alguma das Lilandi se simpatizam por nós e por favor, se isso demorar demais por demais rezem à sua deusa. Mentalmente eu estava fazendo isso, pois desconheço as rezas de Selune para expressá-las de forma eloqüente e que Oghma me dê o conhecimento sobre esses caminhos.

Depois de caminhar minutos, horas ou dias nem sei quanto tempo, o referencial neste plano é totalmente diferente. Caminha-se em escadas sem fim e a redor somente há a presença do nada e de névoas. "nota estar sempre pronto a voar, para se eu for jogado para fora da escada ter como voltar." E se digo horas é porque parecia que meu corpo andou por horas.

Encontramos um cão perdido, e nesse momento Gary brilhou em rosa púrpura e se abaixou até ele. À primeira vista, achei que ele estava curando o cheio de pulgas, mas depois usei meu conhecimento místico e vi que ele estava conversando telepaticamente com o cão. Pedi ao Gary para ele perguntar se alguém passou pelo cão e como eram essas pessoas e seu dono. Um grupo passou pelo quadrúpede, mas ele não soube descrever. Depois pedi para ele perguntar ao cachorro se ele tinha visto alguém com as características do maldito do José Manoel; também não tinha avistado nada parecido. " nota o cão é burro e era um simples cão, se fosse o familiar de algum arcano seria mais inteligente. O que um simples cão faz aqui? Isso não é lugar de cão comum!!! Porra esse negócio ta muito esquisito. Vou levar esse corno comigo. Além do mais se ficar sozinho ele morre de fome. Mas vai comigo só até a porta do inferno, e nisso até o sábio padre concordou."

A média distância eu e Laramil avistamos um grupo de Mind Flayers. "nota Mind flayers são mortos-vivos encantadores, comedores de cérebros, resistentes a magia e muito ruins de combate. Logo lutamos contra eles de perto. Não se fica a média distância lutando com um mago deixando ele falar. E como todo o morto-vivo depois que eu matar, eu vou cortar sua cabeça. Se não ele levanta de novo, odeio essa praga." Eu avisei para todos nós irmos correndo na direção dos Flayers, todo mundo ficou parado esperando o que eles iam fazer. E como mind-flayers são mortos-vivos não se discute nem espera, com flayers não há conversa. Resumo, Eldar acelerou nossos corpos e um Mind-flayer mais poderoso simplesmente jogou uma bola de ácido em todo o grupo, e isso sim me machucou e a todos, principalmente o cachorro que agora está em outro plano. Só Caerlink que deu um pulo fantástico pro alto e consegui fugir do ácido. " nota não sabia que gnomos pulavam tão alto." No momento seguinte vi Gary jogando dois Flayers para fora da escada rumo a queda ao infinito, ao possível impacto com uma escada. Grande Gary e seu poder telecinético. Logo depois outra bola de fogo em nossa direção, aí não dá?! Quem ta na frente não vai bater nesses malditos mortos-vivos? Agora todo mundo fica é queimado. Infelizmente essa hora Laramil virou história. Agora não entendi nada de novo, o gnomo deve ser protegido pela sorte dos heróis e eu achava que isso só acontecia com os halflings merdeiros. E de novo nada acontece a ele, simplesmente se escondeu atrás de Ezith e o fogo não chegou lá?! "nota perguntar a ele como se foge de bola de fogo". Depois Maya e que incendiou os flayers, só que não fez efeito nenhum no mais forte deles. Penso: "não falei morto-vivo é uma praga tem resistência a tudo só na porrada e que tem jeito, e dá-lhe Maya um a menos." O fogo de Maya derruba um e queima o outro. Logo depois começo a voar na diagonal pra cima, e Colt de carga acerta o flayer queimado, cortando-o ao meio. Eldar acerta o flayer mais forte cortando um pouco seu torso. Tento blinkar mas não é possível contato com o etéreo estando nesse plano. "nota contactar o etéreo estando aqui não é um bom negócio, esqueça rope trick ou blink". Logo depois Ezith empala e mata o flayer mais forte com um só golpe. "nota Ezith é fodão ou o maldito não agüenta porrada quase nenhuma, melhor pensar que Ezith é fodão".

Logo após o combate Colt usa a lágrima de Selune para trazer Laramil de volta a vida, Rion se sente culpado por algo. Para mim ele usou o favor de outro Deus para curar nosso amigo e eu não sei se ele pode fazer isso, ou pior ainda essa lágrima não era pra ajudar a recuperação da Dama Mercantil quando encontrássemos ela? Sei lá é melhor ser algo menos grave. Eldar perguntou ao Padre o que era e a resposta foi até bem rude. Não sou eu que vou perguntar isso de novo, até porque ele se revolta e até deixa de me curar. "nota a maldição de Ryon deve ser pior que de bruxa, tomara que o padre continue do meu lado."

Como prometido cortei a cabeça dos flayers para eles não voltarem a vida e peguei um pouco do sangue e o cérebro do mais poderoso. Componente material para meu head-band of intellect. "nota existia uma capa, um anel e um mapa com esse flayer."

Após Ryon curar à todos, uma Llilendi decidiu nos ajudar desde que ela não entrasse em combate,caso isto fosse necessário. Concordamos. Ela nos deu dois caminhos até o inferno, com a nome de Azzagrat. “nota não confio numa criatura que é metade cobra e que foi banida do seu plano de origem." Um mais próximo e mais perigoso que dura 3 dias de viagem ou um mais longo e seguro que dura 7 dias. Como tempo é uma coisa que não temos, escolhemos o mais difícil.

Detalhe nem a Lilendi entendeu para que serve essa porra desse mapa de flayers que eu achei, penso que criaturas das trevas odeiam o sol, e tem um portal de um sol desenhado. Essas criaturas não iam pegar fogo se entrassem em contato com o sol, pra que irem em direção a uma porta iluminada? Foda-se os flayers e que continuem no underdark longe do sol. "nota vou entregar esse mapa a Meretenas."

Thomas Ludovicus Leonardus II

Ladino, Mago e muito bem acompanhado por suas duas lindas damas Icemaiden e Laidvulcan.